Contando com as minhas experiências:
Muitas vezes, sentei numa mesa de bar para, apenas, conversar com e ouvir os meus amigos e amigas. No entanto, só recentemente, sentei com meus verdadeiros amigo e amiga: meu pai e minha mãe.
No dia anterior, cheguei de uma noitada e sentei na grade da janela do meu quarto. Chorei! É no vazio do quarto que a solidão bate, por mais cercada de pessoas que eu esteja, existe um vazio dentro de mim que me consome diariamente, jamais serei a mesma, apesar de buscar, todos os dias, novamente, a minha essência... Porque ela foi arrancada de mim.
Enfim, rezei pedindo discernimento e sabedoria, como sempre faço. Estou meio perdida no meu caminhar e preciso, urgentemente, de uma luz no fim do túnel.
Acordei, um sábado! Programa de família: Feira do Paraguai, comprar alguns presentes de Natal. Depois de andar aquela feira inteeeeira, sentamos, eu, mãe e pai, em uma lanchonete (meio bar) para matar a sede. Meus pais, como de costume, pediram a cervejinha do sábado. E assim, prosseguimos, comendo, bebendo e conversando.
Aprendi naquela tarde que os pais estão se esforçando para dar o melhor que podem, então dê um tempo a eles, pois estão dando o melhor deles. Minha mãe, definitivamente, tem um sexto sentido. Durante alguns meses, eu não falei nada da minha vida. Eu saía para aula, ía trabalhar e voltava 1 da manhã, quando eles já estavam dormindo, então, os vi porcamente. No entanto, minha mãe sempre soube que eu não estava bem. E eu realmente não estava...
(Não convem falar o que aconteceu comigo, só é importante saber que atrás de um mega sorriso, não havia uma alegria verdadeira, era apenas fingimento. E por incrível que pareça fui eleita a Miss Simpatia... Coitados!! Só Deus sabe os perrengues que passei!) - PASSOU!
Somente naquela tarde, eu cresci mais alguns anos. Vi que meus pais são maravilhosos, e minha irmã, um anjo. Entendi todo o sentido que circula minha família, de modo geral (os Caracos). É tão perfeito o jeito que Deus coloca as peças em ordem, como se fosse exatamente um quebra-cabeça. Entendi que apesar de vários amigos para baladas e saídas, eles (3) serão os únicos que estarão comigo sempre. Quando adoeci ( Influenza A), nenhum dos meus queridos amigos vieram me visitar. Quando meu namorado terminou comigo, ninguém veio me dar o ombro para chorar. Quando bati o carro, ninguém. E muitas outras ocasiões, ninguém novamente. Estou cansada de estar cercadas por pessoas interesseiras. Poxa, eu não tenho nada a oferecer a não ser minha companhia, minha amizade, meus conselhos, minha alegria de estar perto e meu ombro quando precisar. Sou pobre e não sou de família socialmente importante. Sou mais uma na multidão. Ninguém, exceto: minha mãe, meu pai, minha irmã! Eles foram os únicos que estiveram comigo todo tempo, que ouviram meus choros e lamentos, minhas súplicas para não levantar da cama, meus pedidos de socorro... Eles foram os únicos a meterem o dedo na minha cara e falar: "Acorda Rê!!!! A vida não parou!! Continua. Deixa de ser fraca!" E assim, continuei, mancando depois das porradas que levei, cambaleando e continuei, jamais parei. E, os três estiveram comigo na pendura, na merda, e estarão na colheita também.
Foram 10 latinhas de cerveja, 3 refris e uns 8 espetinhos... No entanto, para minha pessoa, aquilo foi mágico, pois recebi a resposta que pedi na noite anterior. Recebi a luz que eu buscava. Mamãe só dizia: "Que cerveja divina! Filha, eu estava agoniada, pois sabia que você estava precisando de algo, mas você não fala! Se você não falar com a gente, não saberemos o que te acontece. Queria que você puxasse essa conversa, e Deus ouviu minhas preces diárias."
Realmente, eu não falo. Se estou bem, falo que estou bem e devolvo um sorriso. Se estou mal, falo que estou bem e devolvo um sorriso. Se estou péssima, falo estou bem e devolvo um sorriso. Não gosto de colocar ninguém nos meus problemas, pois são meus, apenas. Alguns amigos já até sabem, quando estou mal, eu não converso. Eu sou fisicamente tão pequena que ninguém jamais imagina a força que tenho para me erguer. A imagem que tenho de mim, sou uma Fênix renascendo das cinzas (Renata = renascer). Já não sou criança, sou uma mulher em busca de uma vida, crescendo. Tenho um gênio temperamental mesmo, sou decidida com as coisas que quero e luto por isso. Sou orgulhosa, e não perdôo tao facilmente. Sou paciente, espero o ciclo de vida completar a meu favor. Sou calada, falo muitas besteiras, mas dentro delas existem inúmeras verdades, que só um idiota não entenderia. Sou observadora, e crítica. Adoro ser livre. Odeio fofocas e mentiras. Odeio gente ignorante e aparecida. Não tente me forçar sua idéia pois não sou facilmente influenciada.Odeio pessoas burras e estúpidas. Sou um verdadeiro Pit-Bull (não gosto desse apelido, mas fazer o quê. Quando pega, já era!).
Prometi a minha mãe que mudarei. Serei mais aberta, mais comunicativa (em relação a minha vida, pois todo mundo que me conhece sabe que falo pelos cotovelos se deixar). Cuidarei mais de mim, tanto emocionalmente quanto profissionalmente. Tenho um lado espiritual apurado, por isso não me preocupo. Serei meu guia, meu caminhar, meu sábio e meu anjo. Principalmente, serei meu cupido. Pois ajudo todo mundo a encontrar o garoto ou a garota "perfeita", menos eu.
Enfim, mais um sábado de ensinamento eu tive.
Muitas vezes, sentei numa mesa de bar para, apenas, conversar com e ouvir os meus amigos e amigas. No entanto, só recentemente, sentei com meus verdadeiros amigo e amiga: meu pai e minha mãe.
No dia anterior, cheguei de uma noitada e sentei na grade da janela do meu quarto. Chorei! É no vazio do quarto que a solidão bate, por mais cercada de pessoas que eu esteja, existe um vazio dentro de mim que me consome diariamente, jamais serei a mesma, apesar de buscar, todos os dias, novamente, a minha essência... Porque ela foi arrancada de mim.
Enfim, rezei pedindo discernimento e sabedoria, como sempre faço. Estou meio perdida no meu caminhar e preciso, urgentemente, de uma luz no fim do túnel.
Acordei, um sábado! Programa de família: Feira do Paraguai, comprar alguns presentes de Natal. Depois de andar aquela feira inteeeeira, sentamos, eu, mãe e pai, em uma lanchonete (meio bar) para matar a sede. Meus pais, como de costume, pediram a cervejinha do sábado. E assim, prosseguimos, comendo, bebendo e conversando.
Aprendi naquela tarde que os pais estão se esforçando para dar o melhor que podem, então dê um tempo a eles, pois estão dando o melhor deles. Minha mãe, definitivamente, tem um sexto sentido. Durante alguns meses, eu não falei nada da minha vida. Eu saía para aula, ía trabalhar e voltava 1 da manhã, quando eles já estavam dormindo, então, os vi porcamente. No entanto, minha mãe sempre soube que eu não estava bem. E eu realmente não estava...
(Não convem falar o que aconteceu comigo, só é importante saber que atrás de um mega sorriso, não havia uma alegria verdadeira, era apenas fingimento. E por incrível que pareça fui eleita a Miss Simpatia... Coitados!! Só Deus sabe os perrengues que passei!) - PASSOU!
Somente naquela tarde, eu cresci mais alguns anos. Vi que meus pais são maravilhosos, e minha irmã, um anjo. Entendi todo o sentido que circula minha família, de modo geral (os Caracos). É tão perfeito o jeito que Deus coloca as peças em ordem, como se fosse exatamente um quebra-cabeça. Entendi que apesar de vários amigos para baladas e saídas, eles (3) serão os únicos que estarão comigo sempre. Quando adoeci ( Influenza A), nenhum dos meus queridos amigos vieram me visitar. Quando meu namorado terminou comigo, ninguém veio me dar o ombro para chorar. Quando bati o carro, ninguém. E muitas outras ocasiões, ninguém novamente. Estou cansada de estar cercadas por pessoas interesseiras. Poxa, eu não tenho nada a oferecer a não ser minha companhia, minha amizade, meus conselhos, minha alegria de estar perto e meu ombro quando precisar. Sou pobre e não sou de família socialmente importante. Sou mais uma na multidão. Ninguém, exceto: minha mãe, meu pai, minha irmã! Eles foram os únicos que estiveram comigo todo tempo, que ouviram meus choros e lamentos, minhas súplicas para não levantar da cama, meus pedidos de socorro... Eles foram os únicos a meterem o dedo na minha cara e falar: "Acorda Rê!!!! A vida não parou!! Continua. Deixa de ser fraca!" E assim, continuei, mancando depois das porradas que levei, cambaleando e continuei, jamais parei. E, os três estiveram comigo na pendura, na merda, e estarão na colheita também.
Foram 10 latinhas de cerveja, 3 refris e uns 8 espetinhos... No entanto, para minha pessoa, aquilo foi mágico, pois recebi a resposta que pedi na noite anterior. Recebi a luz que eu buscava. Mamãe só dizia: "Que cerveja divina! Filha, eu estava agoniada, pois sabia que você estava precisando de algo, mas você não fala! Se você não falar com a gente, não saberemos o que te acontece. Queria que você puxasse essa conversa, e Deus ouviu minhas preces diárias."
Realmente, eu não falo. Se estou bem, falo que estou bem e devolvo um sorriso. Se estou mal, falo que estou bem e devolvo um sorriso. Se estou péssima, falo estou bem e devolvo um sorriso. Não gosto de colocar ninguém nos meus problemas, pois são meus, apenas. Alguns amigos já até sabem, quando estou mal, eu não converso. Eu sou fisicamente tão pequena que ninguém jamais imagina a força que tenho para me erguer. A imagem que tenho de mim, sou uma Fênix renascendo das cinzas (Renata = renascer). Já não sou criança, sou uma mulher em busca de uma vida, crescendo. Tenho um gênio temperamental mesmo, sou decidida com as coisas que quero e luto por isso. Sou orgulhosa, e não perdôo tao facilmente. Sou paciente, espero o ciclo de vida completar a meu favor. Sou calada, falo muitas besteiras, mas dentro delas existem inúmeras verdades, que só um idiota não entenderia. Sou observadora, e crítica. Adoro ser livre. Odeio fofocas e mentiras. Odeio gente ignorante e aparecida. Não tente me forçar sua idéia pois não sou facilmente influenciada.Odeio pessoas burras e estúpidas. Sou um verdadeiro Pit-Bull (não gosto desse apelido, mas fazer o quê. Quando pega, já era!).
Prometi a minha mãe que mudarei. Serei mais aberta, mais comunicativa (em relação a minha vida, pois todo mundo que me conhece sabe que falo pelos cotovelos se deixar). Cuidarei mais de mim, tanto emocionalmente quanto profissionalmente. Tenho um lado espiritual apurado, por isso não me preocupo. Serei meu guia, meu caminhar, meu sábio e meu anjo. Principalmente, serei meu cupido. Pois ajudo todo mundo a encontrar o garoto ou a garota "perfeita", menos eu.
Enfim, mais um sábado de ensinamento eu tive.
Observação: Sou muito grata e honrada por pertencer aos 4 mosqueteiros: Leacir, Marieta, Rose e Renata - uma família consensual!
Renata Rayana
Renata Rayana
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