Nossa, como eu poderia não deixar de compartilhar um dia realmente importante para mim, afinal sou uma acadêmica e futura Enfermeira!!!
Essa linda profissão começou desde muitoooo tempo, mas foi realmente organizada e fundamentada por nossa querida Florence Nightgale (a história desse mulher me assombrou por 1 ANO nos meus momentos de caloura).
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"Florence Nightingale – Dama da Lâmpada
Nascida a 12 de maio de 1820, em Florença, Itália, possuía inteligência incomum, tenacidade de propósitos, determinação e perseverança - o que lhe permitia dialogar com políticos e oficiais do Exército, fazendo prevalecer suas idéias. Dominava com facilidade o inglês, o francês, o alemão, o italiano, além do grego e do latim. Em 1845, em Roma, no desejo de realizar-se como enfermeira, estudou as atividades das Irmandades Católicas e, em 1849, fez uma viagem ao Egito, onde decide servir a Deus, trabalhando em Kaiserswert, Alemanha, entre as diaconisas. Seu primeiro papel como enfermeira de guerra foi em 1854, na Guerra da Criméia.
Durante os combates da Guerra da Criméia, os soldados fizeram de Florence o seu anjo da guarda pois, de lanterna na mão, percorria as enfermarias dos batalhões e acampamentos, atendendo os doentes, o que a fez ficar conhecida mundialmente como Lady With The Light.
Ao retornar em 1856, adoentada pelo tifo, Florence recebe um prêmio em dinheiro do governo inglês, em reconhecimento ao seu trabalho. Ela usa o dinheiro e dá início à Primeira Escola de Enfermagem, fundada no Hospital Saint Thomas, em 1859, e que passou a servir de modelo para as demais escolas que vieram depois.
Durante os combates da Guerra da Criméia, os soldados fizeram de Florence o seu anjo da guarda pois, de lanterna na mão, percorria as enfermarias dos batalhões e acampamentos, atendendo os doentes, o que a fez ficar conhecida mundialmente como Lady With The Light.
Ao retornar em 1856, adoentada pelo tifo, Florence recebe um prêmio em dinheiro do governo inglês, em reconhecimento ao seu trabalho. Ela usa o dinheiro e dá início à Primeira Escola de Enfermagem, fundada no Hospital Saint Thomas, em 1859, e que passou a servir de modelo para as demais escolas que vieram depois.
Ana Justina Ferreira nasceu em 1813, na Cidade de Cachoeira, na Bahia. Sua vocação como enfermeira começou em meados de 1864, quando seus dois filhos, um médico militar e um oficial do Exército, foram convocados para a Guerra do Paraguai (1864-1870). Ana Néri não resiste à separação da família e coloca-se à disposição do governo para ir à guerra, sendo considerada a primeira enfermeira voluntária do Brasil.
A atuação de Ana Néri na guerra, junto aos feridos, foi incansável. Desdobrou-se como enfermeira, ministrando medicamentos e proporcionando alívio e conforto aos doentes.
Após cinco anos de guerra, Néri retorna ao Brasil e o Governo Imperial lhe concede uma pensão, além de medalhas humanitárias e de campanha; e no período já republicano, o nome Ana Néri foi dado à primeira Escola de Enfermagem oficializada pelo Governo Federal, em 1923, pertencente à Universidade do Brasil. Ana Néri faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de maio de 1880, aos sessenta e seis anos
Brasileiras na Segunda Guerra Mundial
Nem só os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ficaram imortalizados durante a Segunda Guerra Mundial. Uma comitiva de mais de 100 enfermeiras brasileiras partiu para auxiliar os postos de emergência e para ajudar e facilitar a comunicação entre soldados e oficiais do Exército americano com os do Exército brasileiro, pois os dois países eram aliados na guerra."
A atuação de Ana Néri na guerra, junto aos feridos, foi incansável. Desdobrou-se como enfermeira, ministrando medicamentos e proporcionando alívio e conforto aos doentes.
Após cinco anos de guerra, Néri retorna ao Brasil e o Governo Imperial lhe concede uma pensão, além de medalhas humanitárias e de campanha; e no período já republicano, o nome Ana Néri foi dado à primeira Escola de Enfermagem oficializada pelo Governo Federal, em 1923, pertencente à Universidade do Brasil. Ana Néri faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de maio de 1880, aos sessenta e seis anos
Brasileiras na Segunda Guerra Mundial
Nem só os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ficaram imortalizados durante a Segunda Guerra Mundial. Uma comitiva de mais de 100 enfermeiras brasileiras partiu para auxiliar os postos de emergência e para ajudar e facilitar a comunicação entre soldados e oficiais do Exército americano com os do Exército brasileiro, pois os dois países eram aliados na guerra."
Retirado de: http://www.enfermagemonline.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=54&Itemid=63
Nunca pensei em virar Enfermeira, muito menos médica. Eu iniciei querendo psicologia, e tentei vários vestibulares para psicologia, depois cismei com Engenharia de Redes (tudo a ver né?) e assim continuei minhas tentativas para entrar na UnB.
Ao assistir Pearl Harbor, e conhecer um pouco da história da Tenente-Enfermeira Evelyn Jonhson, eu levantei a idéia de fazer enfermagem. E se for legal? Ela salvou a vida de um homem. Ele está vivo graças a força e coragem dela.
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| Assim começamos o nosso plantão!! |
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| Assim terminamos nosso plantão!!! (Tá, não é tão exagerado assim!!) |
E, assim, comecei a minha história com a Enfermagem.
Hoje, sou quase uma formanda. Em dezembro de 2012, se meu excelente Deus desejar, serei a mais nova bacharelada em Enfermagem. Enfermeira Renata!
Parabenizo todos que escolheram trabalhar nessa linda profissão!! Dizem que somos os anjos de branco, afinal cuidar precisa de um excelente estado de espírito. Nunca se esqueça que a Enfermagem é responsável primária pela HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO!!
Mesmo que você, Enfermeira ou Enfermeiro, já seja graduado há tantos anos, não pare JAMAIS de estudar e aprofundar seus conhecimentos, afinal nossa área é altamente rotativa e está surgindo novos estudos e opções diariamente. Não deixem de cuidar com a verdadeira EMPATIA de quem precise, lembre que você que escolheu passar a sua vida dedicando ao cuidado.
Enfermagem tem sua autonomia, mas para isso, precisamos saber os nossos conhecimentos científicos, deveres, responsabilidades e direitos. Resumindo: ser um verdadeiro conhecedor da Enfermagem, de fato.
PARABÉNS PELO NOSSO DIA!!! Afinal, todo cuidador merece um cuidado também!! *-*
Dica: Faça a diferença no local onde você trabalha atualmente, HUMANIZE seu cuidado e repare se o sistema está te sucumbindo, se estiver, não permita isso nunca. Lute pelo seus espaço! E, jamais pare de estudar, permaneça sempre com o conhecimento atualizado e defenda a Enfermagem, defenda sua profissão de ser Enfermeira (o)!!
Abraços.



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